Conviver comigo mesmo não é uma das tarefas mais fáceis que se pode ter, mas tento a cada dia me conhecer melhor, respirar fundo e controlar meu mau-humor.
A música é, sem dúvida, minha mais forte demonstração artística. Mas não me contento em apenas tocar instrumentos musicais ou compor músicas, tenho aliado a isso percepções voltadas ao teatro, ao desenho, à escrita. Preciso viver a arte por completo.
Nos meus 21 anos já viví muita coisa, algumas pela metade. Por vezes acabo tranferindo isso para minha arte, não que seja proposital, mas o que chamam de “atenção difusa” me da a liberdade de fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, assim como me faz deixar algumas coisas inacabadas pelo caminho.
Sou um tanto perfeccionista. Não consigo colocar ideias aleatórias em um papel e depois transforma-las em algo que soe verdadeiro aos meus ouvidos. Tudo para mim precisa de um significado maior enquanto arte.
Minhas ideias, minhas percepções, minha vida. É daí que surge a minha arte.
Ike Zimmer
30/08/2010